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Verão de 85 (Summer of 85)

Verão de 85 (Summer of 85)

Jul. 14, 2020France100 Min.Legendado
Sua Avaliação 10
9.4 128 votes

Sinopse

Nos anos 80, um verão na Normandia marca o começo da idade adulta para Aléxis, que tem no melhor amigo o primeiro contato com o amor e, quando este não é correspondido, o destino pode se mostrar imprevisível.

Verão de 85 (Summer of 85)
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Nome Original Été 85
IMDb Rating 6.9 1,797 votes
TMDb Rating 7.2 145 votes

Director

Elenco

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(40) comments

  • Wesaxe 29 de novembro de 2020 Responder

    Eu estava esperando muito por esse filme, e vou fazer questão de clicar em todos os anúncios

  • Felipe Delgado 29 de novembro de 2020 Responder

    Meu q filme maravilhoso. Merece muito ganhar premios aaaaaaaa

  • Jeferson 29 de novembro de 2020 Responder

    Meu primeiro comentário!
    Amei esse filme,era o q eu estava precisando assistir.
    Porém o filme é diferenciado num bom sentido,nunca tinha visto um filme assim,entre jovens com lugares incríveis musicas boas romance e tragédia,realmente um filme coerênti gostei.

  • Wagner 29 de novembro de 2020 Responder

    Que filme lindo! Ambos os atores deram um show de sensibilidade e atuação. Só uma curiosidade sobre esse filme. Ele foi gravado em Le Treport e em Mers Le Bain, as mesmas cidades em que foi gravado o filme “Minha Vida Com James Dean” (do Geraud com o Balthazar), que também tem aqui no site inclusive. Provavelmente a loja da mãe do David é em Mers Le Bain. Logo que vi aquelas janelas brancas naquelas paredes amarelas na orla eu reconheci, assim como aqueles degraus em que o Alexis passeia com a moça inglesa que ficou com o David. Quando se trata de filme lgbt, a indústria cinematográfica francesa traz uns dramas bem legais e intensos que prendem a gente. Filme bom é assim. Vlw adm do site, vocês são demais por oportunizar filmes com uma pegada diferente do que vemos na indústria norte-americana e brasileira.

  • Vilian 29 de novembro de 2020 Responder

    O melhor site de filmes gay! Cada um de nós se vê representado em cada cena. Representatividade sempre!

    • filmesgays 29 de novembro de 2020 Responder

      Obrigado, a gente cuida de nosso conteúdo com muito carinho pra vocês.

      • Johnn 2 de dezembro de 2020 Responder

        Cuidam mesmo!! Vcs são demais!!! E esse filme, simplesmente espetacular!! Muito sensível, muito delicado…😍😍

  • lana 29 de novembro de 2020 Responder

    gostei!!

  • Ivani 30 de novembro de 2020 Responder

    Lindo filme, lindas paisagem, trilha sonora maravilhosa e a melhor cena a dança no cemitério.

  • Adrian 30 de novembro de 2020 Responder

    Embora existam algumas cenas boas neste filme, especialmente o coração da história do sonho de verão, o filme em si é típico francês e especialmente típico de François Ozon, que sempre sente a necessidade compulsiva de sexualizar cada relacionamento que apresenta, incluindo o intrusivo relacionamento mãe-filho. O filme é baseado em um romance inglês, e vocês que conhecem o romance podem ver como ele acrescentou o ‘toque’ francês ao enredo, tornando-o pior para mim. Parte desse ‘toque’, é a necessidade de relativizar constantemente a orientação sexual humana, onde cada personagem acaba sendo uma mistura estranha e muitas vezes perturbadora de bissexualidade e pansexualidade. Em essência, esta ‘perspectiva francesa’ é apenas uma outra forma de homofobia onde a homossexualidade como uma qualidade distinta, inalterável e inata da natureza humana é desligitimizada e obscurecida em uma sopa relativística que ele chama de ‘realista’, onde a orientação sexual e a identidade de gênero perdem tudo de seu significado inerente. O fato de Ozon alegar ser gay torna tudo ainda pior.

    • leo 30 de novembro de 2020 Responder

      pior q eu concordo
      tem toda razão

      • Andressa 6 de dezembro de 2020 Responder

        sim! depois de assistir bastantes filmes franceses que tem esse “tema”, eu passei a sentir um grande desgosto por eles. não sabia pôr em palavras, e você descreveu exatamente isso.

    • Paulo 5 de dezembro de 2020 Responder

      kkkkkkk, primeiro que não há problema algum em “sexualizar relações”; segundo, onde o “realismo” de Ozon é homofobia? Terceiro, “orientação sexual e identidade de gênero”? Viado, esse filme mostra rapazes que descobrem sentimentos, não uma parada gay cheia de militante pintosa. “Desejo”, “sexo”, não define gênero, comportamento, ao contrário também não. Se atualiza, bicha.

      • Adrian 17 de janeiro de 2021 Responder

        Caro Paulo, primeiro aprenda a fazer um argumento coerente e talvez construir uma sintaxe funcional, então seja civilizado e educado em seu comentário e então talvez eu responda suas afirmações desesperadamente confusas e perguntas fragmentadas.

    • TJ Bastos 16 de dezembro de 2020 Responder

      Discordo em quase tudo. O sexo é tão pano de fundo que nem aparece de fato, fica implícito ou é apenas citado. A fixação de algumas mães com o filho é um tema observado em diversas culturas há séculos, não há nada de típico francês nisso. Além disso a personagem principal é coerentemente gay do inicio ao fim, não há nenhuma relativização da orientação sexual dele, a história apresentada em corte é visivelmente uma adequação para que o caso não tivesse maiores repercussões, lembrando que o filme se passa em 1985 em uma cidade pequena. Essa posição de estabelecer a identidade gay contrapondo a hetero e, negando todas as vivencias e possibilidades entre as duas, é ingênua e retrograda. No mais o filme nem mesmo é sobre ser gay, a personagem principal nem mesmo mostra qualquer conflito interno sobre isso e uma vez que lhe é despertado o desejo homo, ela lida com ele com um afeto visto em poucos filmes gays, que geralmente resumem o momento da descoberta com uma cena voluptosa. Na minha opinião, o filme é sobre a relação com a morte. A personagem fala durante o filme sobre seu fascínio por rituais fúnebres, mausoléus e afins. Uma visão bem romantizada da questão. Ela começa um relacionamento com alguém que experimentou recentemente uma perda e, é visível que essa perda norteia o comportamento do “amigo” e de sua mãe. É só depois que o próprio Alexis experimenta a perda que ele entende a profundidade terapêutica dos rituais mortuários. É esse o grande trunfo do filme: quando ele expõe a produção simbólica, a ficção, como ferramenta para que possamos dar sentido e processar os fatos da vida. Por meio da ficção e de rituais simbólicos, Alexis deixa sua morbidez de lado, processa a dor, encerra um clico e se revigora pro alvorecer de um novo.

      • Adrian 17 de janeiro de 2021 Responder

        Caro TJ, embora aprecie sua excursão ao significado dos rituais relacionados à morte, seu efeito “terapêutico” e o papel crucial que tais rituais podem desempenhar em nossas vidas, não desejo debater este tópico, independentemente do papel que possa desempenhar nesta narrativa. Tenho certeza de que há outras pessoas nesta página que estão mais interessadas no assunto do que eu, mas responderei aos três argumentos que você apresentar.
        A ideia de que sexo, orientação sexual e como essa orientação é vivenciada e expressa pelos personagens neste filme, é um tema menor ou subjugado neste filme não é apenas comprovadamente falsa, mas inteiramente de sua própria imaginação. Na verdade, posso argumentar que provavelmente você está assistindo a um filme totalmente diferente.
        A ideia de que as mães e sua intrusão na vida de seus filhos jovens adultos não é uma questão exclusivamente francesa é um fato, no sentido geral da palavra. Mas isso nunca foi minha reivindicação. Em primeiro lugar, não falei sobre as mães francesas em si, falei sobre um estilo de escrita de roteiro e dramaturgia, segundo, embora as mães possam ser um tópico universal, para argumentar que a cultura é irrelevante ou que não há grandes diferenças entre os estilos parentais o mundo é ridículo.Da mesma forma, a ideia de que não há diferença entre como esse estilo parental é representado no filme, ou a maneira como a sexualidade é introduzida na mistura, também é ridícula.
        Mas o argumento mais problemático que precisa ser respondido é este. Não, definitivamente não há experiências “intermediárias” de ser gay, entre ser gay ou hetero. Qualquer experiência intermediária, identidade e orientação não é gay, por definição, mas bissexual ou pansexual, dependendo se a pessoa em questão é cisgênero, não binária, etc. Meu comentário certamente não pretendia questionar a existência de outros orientações sexuais, identidades de gênero ou a falta delas. Meu comentário pretendia criticar uma tendência muito real que observei em dezenas de filmes franceses que tratam de outras orientações sexuais. Onde a narrativa permite que personagens que claramente não são gays sejam apresentados como tais, e onde tal relativismo é aplicado apenas a personagens supostamente gays.
        Isso é homofóbico em duas frentes. Por um lado, cria a ilusão de que apenas pessoas supostamente gays questionam sua sexualidade, e apenas eles vivenciam todo o espectro da sexualidade; por outro, mantém a convicção de que os heterossexuais têm uma orientação fixa, enquanto os gays não. Ambos são mentiras. E mentiras extremamente prejudiciais. Essa forma de homofobia típica dos filmes franceses que se aprofundam nesse assunto foi promovida principalmente por produtores e escritores heterossexuais. O fato de tal estilo ser reproduzido por um cineasta supostamente gay não é apenas ofensivo, mas maligno.

  • Cesar 30 de novembro de 2020 Responder

    Não consegui assistir. No Drive abre tela inicial mas clico e não tem, tipo o link de abertura.

    No Doo abre tela inicial existe o link de abertura mas, gira, gira e não abre. Teria outro Play, ou disponibilização para Download?

    • filmesgays 30 de novembro de 2020 Responder

      Isso só acontece quando a pessoa tenta usar Adblock em nosso site.

      • Andressa 5 de dezembro de 2020 Responder

        acontece o mesmo comigo e não uso adblock, ja que to conseguindo assistir os outros filmes aqui pelo drive e vai normal.

        • filmesgays 5 de dezembro de 2020 Responder

          Basicamente nosso blog tem alguns tutoriais de como usar o Drive melhor. Use os DNS do Google.

          • Andressa 6 de dezembro de 2020

            consegui assistir entrando pelo computador, enfim… obrigada!!

  • André 30 de novembro de 2020 Responder

    Linda história permeada numa época em que não havia internet…Anos 80!
    Obrigado meninos da Filmesgays.net, sempre nos surpreendendo com filmes que tocam nosso coração <3

    • Vinny 8 de dezembro de 2020 Responder

      Gostei um bom filme de 0 a 10 fica um 5

  • Junior Lopes 30 de novembro de 2020 Responder

    François Ozon, é um dos meus diretores preferidos!!!

  • sergiobazi 30 de novembro de 2020 Responder

    grande Ozon, merci

  • Cesar 1 de dezembro de 2020 Responder

    Que filmaço, que filmaço !!!

    Sou absolutamente fã incondicional dos filmes franceses. Retratam sempre uma juventude esculpida na luz Divina da beleza. Como são belos esses jovens protagonistas franceses !!!

    De Canções de Amor, um clássico musical, passando por Beijos Escondidos, Quand on a 17 Ans (Quando se tem 17 anos) e outros mais, chegando agora ao Verão de 85. Filmes com altas cargas de sensualidade, a começar pela língua em seus sons, com toques de classe e beleza, nas relações sexuais dos personagens, de prender o folego e deixando sempre um clima de “quero mais” permanentemente. Enredos com excelentes conteúdos, trilhas sonoras de alta qualidade e nesse agora com fotografia deslumbrante.

    Filme com profundidade pra mil analises sob a ótica do personagem Alexis. Profundo em seus sentimentos o garoto construiu um ideal imaginário que não existia mesmo. A conversa no seu quarto com a garota fazendo ver a ele sua fantasia de amar um companheiro perfeito e inexistente foi uma perfeição.

    A cena da dança no túmulo foi apoteótica. Espetacular. Esses jovens atores seguram literalmente a carga que lhes é dada. Show !!!

    E o desequilibrado personagem David queria mesmo era viver a vida intensamente e trocar de amores como se trocam roupas. Porém, na cena antes do acidente quando a Mãe dele chega pra saber o que ocorre, a expressão do garoto demonstrou ali um baita momento de “queda da ficha”. Parece que ele tinha enxergado o quanto errado tinha sido com o Alexis.

    Filme digno de uma continuidade, e pelo visto parece que terá. Parabéns ao Site por trazer essa excelente obra para seu público.

  • marcos 1 de dezembro de 2020 Responder

    achei o roteiro bem original…
    show

  • Hiuryy 4 de dezembro de 2020 Responder

    Achei o filme maravilhoso e muito bem construído, sem contar na ambientação e atuação. Enfim, realmente incrível <3

  • Jules 4 de dezembro de 2020 Responder

    Me indiquem filmes franceses como esse!! Amei demais!!

  • Laru 7 de dezembro de 2020 Responder

    Pq sempre querem colocar heterossexualidade em filmes gays?? Que saco! Nunca fazem um filme respeitando a Homossexualidade.

  • Italo 10 de dezembro de 2020 Responder

    Esse filme me ganhou só pela trilha sonora “Sailing” kkkkk amei de mais

  • Márcio Andrade 11 de dezembro de 2020 Responder

    Achei muito acelerado… A estória é legal, porém falta detalhes e envolvimento.

  • James 14 de dezembro de 2020 Responder

    Estou completamente encantado, primeiro quero agradecer aos meninos só site. Ótimo trabalho

    Referente ao filme. Tudo perfeito filme leve com uma temática incrível

  • Robi 19 de dezembro de 2020 Responder

    Lindo! Primeiro amor é um porre.

  • Tiago 25 de dezembro de 2020 Responder

    Simplesmente incrível

  • aaaa 27 de dezembro de 2020 Responder

    esse filme é excelente, recomendo TOTAL.

  • Ariel Moreira 29 de dezembro de 2020 Responder

    Indiquem filmes bons de romance!

    • Márcio Andrade 5 de janeiro de 2021 Responder

      Amigo, se gosta de filme com muito clima e flerte indico: HAWAII. Não têm muitas falas, mas têm várias cenas de tensão.

  • Henry Houston 7 de janeiro de 2021 Responder

    Voltei aqui para falar /reclamar e exaltar sobre a recomendação do filme : “Verão de 85 ” , eu digo com toda sinceridade q foi o melhor filme q já vi nos meus 16 anos de vida (kkk ) , é simplesmente quase indescritível o sentimento q esse filme me causou , me trouxe mágica. Senti uma coisa tão forte no início , uma emoção límpida de início de paixão , tão extraordinária a forma em q eles se apaixonam. Fzm coisas bobas , coisas fofas e loucas , a mistura de cenas de suspense com cenas de amor , dão uma tensão cômica satisfatoria e frustrante , e derrepente tudo desaba. Eu desabei junto , fiquei com raiva junto , e muito triste , chorei muito no ápse do filme , passei por coisas semelhantes , pude sentir toda a dor do Alex em mim. Toda o desespero e angústia , tudo aquilo. Me dilacerou. E dps ficou tudo tão estranho. Tinha sentido tanto q n sabia mais nem oq sentia , alex sucumbiu a loucura e eu fui junto. A cena do necrotério me deixou horrorizado. Apavorado , no fim , senti raiva do alex , mas o entendi , e amei ele. Amei tdo. Tudo tudo tudo. A paleta de tons pastéis do filme inteiro. A beleza dos personagens , os soundtracks , figurinos , tudo tudo tudo. Eu almejo filmes teen , com essa vibe e cenário. Foi mágico e trágico. Horrível e incrível. E muito mais q nosso dicionário n possui palavras para descrever. Passei meia hora sentado no chão do quarto. As 4 de uma madrugada fria e solitária , e chorei. Chorei muito. Consenti toda a trama do filme. Cada detalhe me marcou de uma forma mista muito muito muito forte.

    Passarei tempos pra me recuperar kkkk.

    Enfim. – Henrryk 16 anos , 07 de Janeiro de 2021

  • Igor Assel 21 de janeiro de 2021 Responder

    Uaw!uaw! Uau! Eu não espera um filme tão forte pelo trailer. Gostei demais, eu to chocado.

    Meus dois momentos favoritos do filme tocam a música Sailing do Rob Stewart, duas cenas muito diferentes, mas a música é perfeita para as duas, cenas que achei muito bonitas. Nunca mais vou ouvir essa música da mesma forma depois deste filme.

    Eu to completamente chocado com o quanto eu gostei deste filme.

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