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One to Another (Um para o Outro)

One to Another (Um para o Outro)

Jul. 21, 2006France, Denmark95 Min.Legendado
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Sinopse

Lucie e Pierre, são irmãos e partilham uma relação íntima entre si e seu grupo de amigos. Pierre é instável e narcisistas.Um dia Pierre é encontrado assassinado selvagemente, conforme o inquérito policial sobre arrasta, Lucie e seus amigos, decidem descobrir quem matou seu irmão.À medida que a história vai sendo desvendada,muitas outras vem a tona como humilhações sofridas e a sexualidade de ambos.

One to Another (Um para o Outro)
One to Another (Um para o Outro)
One to Another (Um para o Outro)
Nome Original Chacun sa nuit
IMDb Rating 5.7 1,047 votes
TMDb Rating 6.5 21 votes
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(1) comment

  • Marcel Marten 3 de dezembro de 2020 Responder

    Site indispensável, muito obrigado por permitir que se conheçam filmes tão ducacete (semióticamente falando) como MYSTERIOUS SKIN, NEVRLAND, AGONIE, L’ENEMMI NATUREL, FERFIAKT, EL ÁNGEL, THE HARVEST, THE HARVESTERS, o singelíssimo SPEEDWALKING, tão despreocupado com rotulações e muitos outros – principalmente THE NATURE OF NICHOLAS e AFTERSCHOOL. Se eu posso contribuir com alguma coisa, sugeriria a integração a essa fantástica coleção, de três filmes importantíssimos: o inglês VICTIM de 1961, GLEN OR GLENDA de 53, e o mais injustiçado de todos os filmes corajosos, É FOGO NA ROUPA (de 51 ou 52), que é o nosso GLEN OU GLENDA, muito diferente dele, mas tão cândidamente desaforado quanto. Lembrei de outros agora: os diálogos entre o personagem do Oscarito (é incrível o esquecimento em que se encontra o nosso maior comediante) e o do grande Catalano em E O MUNDO SE DIVERTE (1948) fazem dessa chanchada o primeiro filme brasileiro a pôr em cena um homossexual assumido (e às vezes desassumido) suficientemente interessante e importante no enredo para ser mais do que uma caricatura. Por isso, se existe isso de um filme ser “gay”, esse é o nosso primeiro, até onde eu sei. Aliás nenhuma dessas duas últimas comédias figuram na monografia que o Antônio Moreno escreveu sobre o gay no cinema brasileiro. Falta grave. Christensen, o argentino que rodou O MENINO E O VENTO no Brasil em 66, de volta à Argentina dirigiu SOMOS? em 82, que também mereceria figurar no seu site, meu caro. Por último, peço licença pra lhe avisar que está faltando À FLOR DA PELE na lista da filmografia do Pierre Perrier. Valeu!

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